FALTA
Assim de repente, ao ouvir o silêncio...
Uma falta insiste em ficar. O olhar triste e vazio, de repente a chorar...
Numa procura insistente em achar essa tal felicidade.
No silêncio das emoções, os sentimentos se confundem; distraídos, perdidos num horizonte... Na busca de trazer de volta o “eu” perdido, quais as razões de sermos e o que seremos no futuro.
E de onde vem a falta? Por que machuca tanto? E as respostas guardadas no fundo do coração vêm e vão. Às vezes estamos presos pela falta, seja de um abraço, de um amigo, de um carinho, ou de apenas sorrir. Parece tão fácil achar respostas quando estamos presos a nós mesmos; quando não conseguimos ser o que somos.
Existem momentos em que nos prendemos na solidão, fugimos de nossas vidas, de nossos ideais. Ficamos perdidos.
E quantos tempo perdemos procurando, procurando... Ser quem não somos .
É bom sorrir das coisas simples, porque a vida é tão simples, tão plena e repleta de emoções. Sentir a falta é não sentir a toda essa simplicidade, a toda essa emoção de viver feliz.
Com o tempo se aprende que não podemos evitas essas faltas, pois elas aparecem assim, do nada. Mas podemos evitar que ela nos torne tristes. Existem coisas belas, que tornam nossos dias lindos, e ser feliz é uma escolha que cabe a cada um de nós decidirmos.
A falta poderá ser apenas um instante... que se vai e não leva nada de nós.
Amanda da Silva Farias
Em, 26 de abril de 2010- às 22:22
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